Ao BNews, o advogado do prefeito, Alano Frank apontou perseguição política e classificaram o documento como “peça de horrores e um passeio pelo código penal”, já que os crimes perpassam por falsificação de documentos, calúnia, difamação, entre outros. Ainda de acordo com a defesa, Carlos Germano se diz ameaçado e teme pela família.
O cartório, localizado em Salvador, emitiu certidão declarando que não existe no acervo da serventia a firma de José Carlos da Silva Araújo (nome do prefeito). O cartório decidiu registrar notícia junto ao Ministério Público do Estado da Bahia “para que seja investigado o falso reconhecimento de firmas em documentos”.
“Conforme apurado pelo Núcleo de Compliance do 12º Ofício de Notas, os documentos divulgados pela imprensa e supostamente registrados pelo cartório trazem selos verdadeiros, mas que, no entanto, foram produzidos pelo Tribunal de Justiça da Bahia muito depois da data informada. Em declaração divulgada nesta segunda-feira (18), a serventia informou que os selos em questão “jamais poderiam ter sido utilizados na data de 01/11/2016, uma vez que os mesmos somente foram gerados” pelo TJ-BA e recebidos pelo cartório em 19/06/2017 e em 14/08/2017”, informa a nota.(Voz da Bahia)

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